Abril Azul - AUTISMO

por Rotary Club de Curitiba-Corporativo Sanepar

O QUE É O AUTISMO?

O termo transtorno do espectro autista (TEA), anteriormente conhecido como autismo, abrange diversos transtornos do neurodesenvolvimento e apresenta como característica central prejuízos na comunicação social e padrões de comportamentos restritos e repetitivos. 

Em 1943, o psiquiatra norte-americano Leo Kanner, descreveu pela primeira vez o autismo ao analisar 11 crianças, apontando como característica fundamental do transtorno “a incapacidade de se relacionarem de uma forma normal com as pessoas e as situações do início da vida”. Logo após, em 1944, Hans Asperger, na Áustria, descreveu outros casos semelhantes em crianças.

A inclusão formal em manuais diagnósticos, no entanto, ocorreu apenas a partir do Diagnostic and Statistic Manual of Mental Disorders (DSM III), publicado pela American Psychiatric Association, em 1980. E 1994, no DSM-IV, foi criada a categoria Síndrome de Asperger, uma das formas mais leves de autismo.

Por fim, no DSM-V, em 2013, após diversos debates acerca das particularidades e semelhanças dos quadros de autismo, passa-se a adotar a nomenclatura de Transtornos do Espectro Autista para englobar as diversas manifestações possíveis em um único transtorno de amplo espectro.

O QUE CAUSA O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?

O transtorno do espectro autista é uma condição complexa que não tem uma única causa. Vários fatores, incluindo genéticos e ambientais, contribuem para o seu desenvolvimento.

Fatores genéticos

A origem do TEA ainda não é totalmente compreendida. O consenso atual é de que o autismo seja causado por fatores genéticos que alteram o desenvolvimento do cérebro, especificamente a conectividade neural, afetando o desenvolvimento da comunicação social e levando a interesses restritos e comportamentos repetitivos. Esse consenso é apoiado pela “teoria epigenética”, na qual um gene anormal é “ligado” no início do desenvolvimento fetal, afetando a expressão de outros genes sem alterar sua sequência primária de DNA.

Um aspecto curioso da genética do autismo é a existência de um fator protetor no sexo feminino. Pesquisas indicam que para desenvolver o Transtorno do espectro autista, meninas geralmente requerem uma influência genética mais forte ou variantes genéticas mais impactantes em comparação com os meninos. Esta descoberta ajuda a explicar a diferença observada na prevalência do TEA entre os gêneros: há atualmente cerca de 3 a 4 vezes mais casos diagnosticados de autismo em meninos do que em meninas.

 

O QUE É O AUTISMO?

O termo transtorno do espectro autista (TEA), anteriormente conhecido como autismo, abrange diversos transtornos do neurodesenvolvimento e apresenta como característica central prejuízos na comunicação social e padrões de comportamentos restritos e repetitivos. 

Em 1943, o psiquiatra norte-americano Leo Kanner, descreveu pela primeira vez o autismo ao analisar 11 crianças, apontando como característica fundamental do transtorno “a incapacidade de se relacionarem de uma forma normal com as pessoas e as situações do início da vida”. Logo após, em 1944, Hans Asperger, na Áustria, descreveu outros casos semelhantes em crianças.

A inclusão formal em manuais diagnósticos, no entanto, ocorreu apenas a partir do Diagnostic and Statistic Manual of Mental Disorders (DSM III), publicado pela American Psychiatric Association, em 1980. E 1994, no DSM-IV, foi criada a categoria Síndrome de Asperger, uma das formas mais leves de autismo.

Por fim, no DSM-V, em 2013, após diversos debates acerca das particularidades e semelhanças dos quadros de autismo, passa-se a adotar a nomenclatura de Transtornos do Espectro Autista para englobar as diversas manifestações possíveis em um único transtorno de amplo espectro.

O QUE CAUSA O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?

O transtorno do espectro autista é uma condição complexa que não tem uma única causa. Vários fatores, incluindo genéticos e ambientais, contribuem para o seu desenvolvimento.

Fatores genéticos

A origem do TEA ainda não é totalmente compreendida. O consenso atual é de que o autismo seja causado por fatores genéticos que alteram o desenvolvimento do cérebro, especificamente a conectividade neural, afetando o desenvolvimento da comunicação social e levando a interesses restritos e comportamentos repetitivos. Esse consenso é apoiado pela “teoria epigenética”, na qual um gene anormal é “ligado” no início do desenvolvimento fetal, afetando a expressão de outros genes sem alterar sua sequência primária de DNA.

Um aspecto curioso da genética do autismo é a existência de um fator protetor no sexo feminino. Pesquisas indicam que para desenvolver o Transtorno do espectro autista, meninas geralmente requerem uma influência genética mais forte ou variantes genéticas mais impactantes em comparação com os meninos. Esta descoberta ajuda a explicar a diferença observada na prevalência do TEA entre os gêneros: há atualmente cerca de 3 a 4 vezes mais casos diagnosticados de autismo em meninos do que em meninas.

 

Fonte: MD Saúde

Localizar site dos clubes