Associado do RC Curitiba Norte desde 11 de setembro de 1992, na classificação Ensino - Química. Foi professor do Colégio Estadual do Paraná e Escola Técnica Federal do Paraná.
Casado com Vilma Isabel Abdalla, tendo filhos Dalton, Daniel e Melissa. Netos Dalton Filho, Bárbara, Bruna e Rafaela.
Teve como padrinhos no Rotary, Adélia Castelã Ribeiro e Manfred Theodor Schmid
Manfred Theodor Schmid nasceu em Lins, SP em 1933.
Filho de brasileira de origem alemã, Agnez Kraemer Schmid e de um imigrante alemão, Hermann Theodor Schmid - este, ex-combatente da 1a Guerra que, em 1928, veio parar na Amazônia e depois aportou em Santos.
Manfred passou sua infância em São Paulo, ficou órfão de mãe aos oito anos e veio para Curitiba com seu pai, que casou-se novamente, desta vez com Edith Boutin Schmid.
Estudou no Colégio Santa Maria e ingressou em Engenharia Civil na UFPR, tendo se graduado em 1957. Nessa época, o curso de Civil acontecia ainda no edifício histórico, no Centro.
Seguiu para a Alemanha interessado no ramo automobilístico, e foi aperfeiçoar-se em Stuttgart, cidade em que foi acolhido pelos parentes que na década anterior tudo perderam num bombardeio. Porém, mudou de planos, tendo oportunidade de ser discípulo do Prof. Fritz Leonhardt na primeira turma em que esse pioneiro do concreto protendido lecionou, e trabalhou na construtora Wayss & Freytag.
De volta ao Brasil em 1962, tornou-se assistente do Prof. Flávio Suplicy de Lacerda em Resistência dos Materiais, disciplina que lecionou no Departamento de Construção Civil. Já no curso de Engenharia Florestal foi titular da cadeira de Estruturas de Madeira. Tive a satisfação de ouvir por diversas vezes o testemunho de colegas, engenheiros florestais, ex-alunos do pai, sobre a qualidade de seus ensinamentos em sala de aula, mesmo que, em alguns casos, tivessem que repetir a disciplina por duas ou três vezes.
Casou-se em 1965 com Maria Thereza Leoni, com quem sempre andou de mãos dadas. Numa viagem a Portugal, no único instante em que ele a soltou, a mãe caiu e quebrou o dedo. Sinal de que foram feitos um para o outro. Tiveram sete filhos, todos se formaram pela UFPR e três hoje são servidores da instituição.
No início dos anos 70 levantou capital de amigos e apoiadores e fundou a EBP (Engenharia Brasileira de Protensão) depois convertida em filial da VSL suíça e realizou diversas obras estruturais pelo Brasil. Dentre essas, orgulhava-se em especial do projeto e realização do estacionamento de aeronaves do aeroporto internacional Afonso Pena, retângulos monolíticos de concreto que têm resistido a décadas de esforço e intempéries.
Em 2022, ainda combativo e com energia, realizou um grande sonho e publicou o livro "A protensão parcial do concreto", o qual vinha escrevendo desde sua aposentadoria pela UFPR, em 1996.
Pensar no próximo sempre lhe foi característico. Nos anos 70 foi procurar colegas engenheiros na política, pedindo (em vão) que a barragem de Itaipu não fosse tão alta a ponto de alagar as Sete Quedas do Rio Paraná. Nos anos 80, organizou campanhas de oração pelo Brasil - era começo da chamada redemocratização, as perspectivas políticas eram muito incertas. Lembro desde pequeno que, durante os invernos de Curitiba, toda noite em que o termômetro baixava dos 10 graus, Manfred saia de casa, distribuindo cobertores aos moradores de rua.
Em seu tempo livre, Manfred gostava de lavar os carros, cuidar da horta, tratar seus cães pastores alemães e estudar francês. Pianista amador, até poucos meses ainda abria seu piano Essenfelder às 7 da manhã para praticar. Era fã de Chopin e persistia nas peças mais difíceis. Católico, praticante, Ministro da Eucaristia, Lia Bento XVI e São John Henry Newman
Antes de jantar, tomava uma mini-dose de whisky ou cachaça, e acendia seu cachimbo. Pessoalmente, essa era a minha hora predileta de visitá-lo, para lhe acompanhar na bebida e colocar a conversa em dia, sob a nuvem da fumaça do cachimbo.
Fã da Alemanha, mas devotado ao Brasil, no dia do fatídico 7x1 ele até começou torcendo pelo time de vermelho, preto e dourado, mas ali pelo terceiro gol ele já pedia: "parem, já chega"
Sempre foi um homem austero. Tomava ducha gelada todas as manhãs, mesmo no inverno. Não usava camiseta, apenas camisa. Não usava tênis, somente sapato. Era raro ve-lo sentado no sofá. Há poucas semanas, já com dificuldades em se locomover e sem energias, vi a mãe arrumando as almofadas da poltrona para ele sentar e descansar, porém ele deu de costas e preferiu a cadeira dura do escritório, dizendo “aqui é mais austero”.
Austeridade essa que não se confundia com falta cavalheirismo. Não falava mal de quem quer fosse, e não adiantava insistir, pois nunca deixava vingar tal assunto. Em seus e-mails e mensagens se despedia sempre com um “cordial abraço”.
Elegante até o fim, escolheu um dia de feriado para nos deixar, sem atrapalhar ninguém no meio da semana. Sua missa de 7˚ dia caiu meio que escolhida a dedo no primeiro sábado do mês (dia de sua devoção mariana)…
Admissão Em Rotary: 19/05/1960
PRESIDENTE DO ROTARY CLUB DE CURITIBA DE 1978/1979
Em reunião virtual do RCC do dia 22/04/2021, sob a Presidência do Companheiro Fernando Antônio Zétola, foi comemorado os 100 anos de vida de Clarindo Pegorado, com sua participação em breve entrevista ao vivo de sua residência intermediada com desvelo pelo Companheiro Jorge Agudelo Franco (2019-2020 4730 RI).
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PRESIDENTE DO ROTARY CLUB DE CURITIBA 1981/1982 (ADVOGADO)- ADMISSÃO NO CLUB EM 11/02/1968. CLASSIFICAÇÃO: ADVOCACIA COMERCIAL. PADRINHO: ARNALDO MACEDO CARON.
FALECIMENTO AOS 94 ANOS, EM 28 DE MAIO DE 2022. SEPULTAMENTO EM 29 DE MAIO DE 2022, NO CEMITÉRIO MUNICIPAL SÃO FRANCISCO DE PAULA - CURITIBA/PARANÁ.
HOMENAGEM DO ROTARY CLUB DE CURITIBA.
FILHO DE GETÚLIO CARVALHO DE ANDRADE E JULIETA BITTENCOURTDE ANDRADE, CASADO COM MARIA DA LUZ ANDRADE,
TIVERAM OS FILHOS: REGINA DO ROCIO CASADA COM CLAUDEMIR, CRISTINA E FRANCINE, NETOS: ALESSANDRO JOHANN, REBECCA CAROLINE E MARIA VITÓRIA.
FORMADO EM ENSINO ENGENHARIA E FOTOGRAMETRIA
FOI ADMITIDO NO ROTARY CLUB CURITIBA NORTE EM 20/03/1981 SENDO SEU PADRINHO CAMIL. PRESIDENTE EM 1988/1989, REALIZAÇÕES: PROJETO DO ROTARIANO CLAUDIO BRENNER -AQUISIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O INSTITUTO DOS CEGOS DO PARANÁ, PARTICIPOU DA ELABORAÇÃO DO LIVRO DA HISTÓRIA DO RCCNORTE -40 ANOS -EDITOR DA NOMINATAS E NOTICIÁRIO DO CLUBE (INCLUSIVE DIGITAL).
Caro amigo e companheiro Otto
Você partiu, mas a amizade e o companheirismo que um dia nos uniu para sempre viverá nas nossas lembranças e dentro dos nossos corações.
Foi muito gratificante ter seu companheirismo ao longo de 35 anos de Rotary.
Até breve ...
Classificação: Despachante de Veículos
Filho de ALBERTINA CLOK STEMMLER e KURT OTTO STEMMLER.
Casado com MARIA CLÁUDIA DOMINGUES STEMMLER
Filhos: LUIZ EDURDO DOMINGOS STEMMLER (FALECIDO) e ADRIANA DOMINGUES STEMMLER (56 ANOS)
Nascido em Curitiba-PR, filhos de Isauro Chaves da Fontoura e Maria Isabel da Fontoura. Professor universitário(PUC e Tuiuti) e Designer. Teve como padrinho o comp. Fidélis Maestri. Cursou Artes na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e Arquitetura na UFPR(interrompido no 4ºano). Mestrado em Design Industrial na UNAM-México.Foi um dos fundadores da ALADI-Associação Latino-Americana de Design e da ABERGO- Associação Brasileira de Ergonomia. Teve como hobbies, ferromodelismo e marcenaria. Casado com Márcia Simões da Fontoura e filhos Fábio, Flávia e Fernanda. Sua neta Juliana, fez intercâmbio pelo Rotary no Clube Visé, na Belgica em 2015/16.
Foi admitido no RCC Norte em 1°/04/2011 e presidente do Clube em 2015/16. Realizou várias ações humanitárias no Clube e revitalizou a Praça Paul Harris. Não conseguiu ver seu sonho de um Marco Rotário no local. Autor das artes gráficas do Livro 100 Anos das Irmãs Passionistas no Brasil, projeto do Clube na comunidade da Vila Leonice, Centro Educativo Passionista irmã Antonieta Farani.
Foi criador de inúmeros produtos de design, sendo um dos mais conhecidos, o Troféu Top Imóbile.
A dor da saudade será para sempre e a companhia não poderá ser mais sentida, mas as lembranças dos bons momentos vividos são um ótimo conforto, que permanecerá sempre conosco.
Associados do Rotary Club de Curitiba Guabirotuba.
(MAURO KIYOSHI HAGI, 64 ano(s). Data de Falecimento: domingo, 8 de março de 2020. Profissão: TÉCNICO CONTABILIDADE. Filiação: HAGENO HAGI e SHIDUCO NAGANO.)
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