3ª Caminhada do Meio-Dia contra o Feminicídio reúne Rotary e milhares de pessoas em ato de conscientização e solidariedade
3ª Caminhada do Meio-Dia contra o Feminicídio reúne Rotary e milhares de pessoas em ato de conscientização e solidariedade No dia 22 de julho, a Praça Santos Andrade, em Curitiba, foi palco de um grande ato de mobilização social: a 3ª Caminhada do Meio-Dia contra o Feminicídio. Nossos clubes de Rotary, atenderam ao chamado da Comissão de Projetos Humanitários e marcaram presença ao lado do governador distrital Marcelo Passos, unindo forças com milhares de pessoas que, simultaneamente, participaram da caminhada em mais de 180 municípios do Paraná. A iniciativa, promovida pela Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), com apoio da Casa Civil, Defensoria Pública do Estado e demais instituições parceiras — incluindo a Secretaria Municipal da Mulher e Igualdade Étnico-Racial de Curitiba — teve como objetivo dar visibilidade à luta contra a violência de gênero e reforçar a importância da proteção e valorização da vida das mulheres. A data marca o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, instituído por lei na Assembleia Legislativa do Paraná em memória da advogada Tatiane Spitzner, brutalmente assassinada em 2018, em Guarapuava. O horário simbólico da caminhada, ao meio-dia, foi escolhido para representar um momento cotidiano das mulheres, quando estão em deslocamento ou em atividades de suas rotinas, reforçando a mensagem central: elas não estão sozinhas. Durante o evento, o governador distrital Marcelo Passos destacou o compromisso do Rotary com causas humanitárias e sociais: “Nenhuma mulher está sozinha. O Rotary International – Distrito 4730 está presente, somos muitos e estamos unidos nesta causa.” A violência contra a mulher deve ser enfrentada com coragem, empatia e ação coletiva, a participação ativa dos clubes de Rotary reforça o papel da organização na promoção da paz, da equidade e do respeito aos direitos humanos. Mais do que um ato simbólico, a caminhada representa um chamado à sociedade: é preciso romper o silêncio, oferecer apoio e construir, juntos, uma cultura de não violência.






