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Campanha natalina destina recursos para projetos humanitários no Paraná
Os pedidos de Panettones Solidários para a temporada de 2021-22 serão encerrados na próxima terça-feira (30). A iniciativa arrecada recursos financeiros para a Fundação Rotária*, responsável por investir em projetos humanitários e educacionais. Rotarianos e pessoas da comunidade em geral podem encomendar os Panettones Solidários pelo site www.panetonesolidario.com.br.
Todos os panetones são produzidos com Massa Festtone de Receita Tradicional Italiana e Fermentação Natural, fabricados pela Siena Alimentos - uma das maiores indústrias deste produto no estado do Paraná - e possuem duas opções de sabores: frutas cristalizadas com uvas passas e gotas sabor chocolate. Cada caixa contém 12 unidades de panetone (400g), no valor total de 210 reais — 17,50 reais por panetone. O lucro da iniciativa será revertido em projetos humanitários, sendo parte destinado para a Fundação Rotária do Distrito 4730** e outra parte para os Rotary Clubs que integrarem a campanha.
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Criado em 2017, o projeto Panettones Solidários tem se expandido nos últimos anos. A campanha natalina de 2020-21 começou em novembro e vendeu mais de 60 mil unidades, resultando na arrecadação de aproximadamente 570 mil reais. Deste valor, cerca de 200 mil reais foram destinados para a Fundação Rotária e outros 120 mil reais para clubes de Rotary - de acordo com as vendas realizadas por cada clube.
Natal também é tempo de solidariedade e servir à comunidade. Junte-se ao Rotary nesta campanha! Para adquirir os Panettones Solidários ou saber mais sobre a iniciativa, basta acessar: www.panetonesolidario.com.br.
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* A Fundação Rotária (TRF) é o braço filantrópico do Rotary, criado para fins humanitários e educacionais, que lidera esforços de acabar com a pólio e promover a paz. Rotarianos e amigos do Rotary apoiam o trabalho da Fundação através de contribuições voluntárias. A Fundação trabalha para acabar com a pólio, financia projetos através de subsídios e assume outras iniciativas globais.
** O Distrito 4730 é composto pela região de Curitiba e Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Estado do Paraná.
Mensagem para o mês de outubro da Governadora 2021-22 do Distrito 4730 do Rotary International, Mariane Ferreira
Olá companheiros e companheiras,
Chegamos ao final do quarto mês da nossa gestão, com muitas atividades. Eu mantive nossas visitas oficiais e, como sempre, meu coração transborda no retorno de cada uma, pelo carinho, comprometimento dos clubes com os projetos para suas comunidades, pelo engajamento com os projetos e sonhos desta governadora. Obrigada meus companheiros, que já me receberam em suas casas, em seus lares.
Esse mês nós tivemos um trabalho muito lindo, que foi nosso Outubro Rosa. Os clubes aderiram a iniciativa de conscientização sobre os sintomas mais comuns do câncer de mama, uma ideia que já estava guardada há quase quatro anos. Vi os clubes entregando seus banners informativos e fazendo a diferença nas suas comunidades. Fica a certeza de que nosso trabalho deu resultado.
Também tivemos um trabalho muito significativo sobre empoderamento das mulheres. Nossa equipe está trabalhando arduamente e eu volto a convocar todos os clubes para que desenvolvam projetos de capacitação para nossas meninas.
Além disso, tivemos a live dos Monarcas, que aconteceu pelo segundo ano consecutivo. Esse evento trabalhou a imagem de Rotary e arrecadou recursos para o combate à poliomielite.
Agora, estamos em franca divulgação dos nossos Panettones Solidários! Para adquirir, basta acessar www.panetonesolidario.org.br e fazer suas compras. Todo valor arrecadado com essas vendas será destinado para projetos humanitários.
Confira na íntegra a mensagem da Governadora 2021-22 Mariane Ferreira:
Mensagem para o mês de outubro do Diretor de Rotary International 2021-23, Julio Cesar Silva Santisteban Ojeda
Um dos desafios que enfrentamos no espaço e no tempo em que vivemos como uma geração no Rotary é o de sustentar uma cultura organizacional forte.
Para atingirmos esse objetivo, nossos valores institucionais constituem um elemento fundamental, que deve ser compartilhado de forma intensa e abrangente.
Quanto mais associados conhecerem, aceitarem e priorizarem os valores que nos unem, e quanto mais estiverem compromissados com eles, mais forte será a nossa cultura organizacional. Isso terá muita influência no comportamento de cada integrante do nosso quadro associativo e criará os espaços necessários para que desenvolvam as suas capacidades em busca do sucesso da organização.
Uma cultura organizacional forte reduz a rotatividade dos membros da organização e mostra um acordo sólido em relação a seus objetivos e às prioridades do seu plano estratégico, alcançando a unanimidade de propósitos.
Isso estabelece a coesão, a lealdade e o compromisso, qualidades que diminuem a propensão a deixar a organização e, ao mesmo tempo, empoderam e dão sentido de pertencimento, porque fidelizam os associados e fortalecem a organização.
Em síntese, uma cultura organizacional forte, baseada em valores, nos proporciona uma organização mais vigorosa, não somente com capacidade de se adaptar às mudanças, mas também de libertá-las de sua própria marca, tal como corresponde à organização humanitária mais importante que o mundo tem hoje para mudar vidas: o Rotary. Por isso mesmo, seus valores e princípios são imutáveis.
Mensagem para o mês de outubro do Presidente de Rotary International 2021-22, Shekhar Mehta
Um quarto do ano rotário já passou, e tenho absoluta certeza de que vocês estão ajudando o Rotary a crescer mais e fazer mais. Espero que já tenham feito sua parte na iniciativa Cada Um Traz Um, apresentando o Rotary a alguém.
Vocês já refletiram sobre como foram seus primeiros dias como rotarianos? Faço isso com frequência, pois foram aqueles primeiros momentos de descoberta do poder do servir que fizeram de mim quem sou hoje. Quando entrei para o meu Rotary Club, nossos esforços se concentravam nas comunidades rurais da Índia, onde as pessoas não tinham banheiro, obtinham água para consumo no mesmo lago em que tomavam banho e mandavam seus filhos para salas de aula ao ar livre, montadas debaixo de árvores. Muitas vezes, a clínica de saúde mais próxima ficava a quilômetros de distância, e os serviços eram precários. Mas, depois que os Rotary Clubs realizaram alguns projetos humanitários, as aldeias passaram a ter banheiros, água potável, salas de aula para a educação infantil e um centro de saúde nas proximidades.
A chama que o Rotary acendeu dentro de mim me fez olhar além de mim mesmo e abraçar a humanidade. Ela transformou os serviços humanitários em um estilo de vida para mim, revelando um princípio fundamental que ainda defendo: servir é o aluguel que pago pelo espaço que ocupo na Terra.
Se sentir a necessidade de reacender a chama dos serviços humanitários em vocês ou nos seus clubes, outubro – Mês do Desenvolvimento Econômico Comunitário – é perfeito para isso. Quando trabalhamos para melhorar a vida das pessoas em comunidades carentes, seja com projetos que oferecem formação profissional ou acesso a recursos financeiros, ajudamos a construir e a manter o crescimento econômico local.
A necessidade é grande. De acordo com as Nações Unidas, 9% da população mundial – ou 700 milhões de pessoas, a maioria delas na África Subsaariana, vive com menos de US$1,90 por dia. Ao apoiarmos empreendedores e o desenvolvimento comunitário, melhoramos as condições de vida das pessoas dessa e de outras regiões.
Seu clube também pode promover o desenvolvimento econômico localmente. Isso pode ser feito com a expansão de oportunidades de formação profissional por meio de escolas e de faculdades comunitárias, parcerias para facilitar o acesso a serviços financeiros ou trabalho com organização sem fins lucrativos que ofereça recursos a empreendedores e os conecte com a comunidade empresarial.
Porém, o fortalecimento de comunidades requer uma saúde pública eficaz. Em 24 de outubro, Dia Mundial de Combate à Pólio, celebraremos nosso enorme progresso no esforço para erradicar a poliomielite. Contudo, sabemos bem que a luta não acabou. Ainda precisamos da sua ajuda para arrecadar fundos e conscientizar as pessoas, a fim de garantir que todas as crianças sejam imunizadas contra a poliomielite. Motivem seus clubes nesse dia tão importante e peçam que visitem o site endpolio.org/world-polio-day.
Os serviços humanitários têm sido gratificantes ao longo da minha vida, e sei que muitos de vocês sentem o mesmo que eu.
Juntem-se a mim neste mês para sermos bons inquilinos do nosso planeta, ajudando outras pessoas a melhorar a si mesmas e às suas comunidades. Juntos, podemos Servir para Transformar Vidas.
Proposta de iniciativa financiada por subsídio global reúne associados do Rotary, sobreviventes da pólio, voluntários e instituições públicas da área de saúde
Erradicada do Brasil em 1994, a poliomielite deixou diversas sequelas para aqueles que contraíram a doença antes desse marco histórico. Em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou como sobreviventes podem desenvolver sequelas inclusive anos após contrair a poliomielite, reconhecendo a “síndrome pós-pólio” na Classificação Internacional de Doenças. No Paraná, rotarianos, voluntários e um centro de reabilitação do Complexo do Hospital do Trabalhador uniram forças para idealizar um projeto de tratamento para a síndrome pós-pólio.
A iniciativa é inédita no Paraná e tem potencial para se tornar referência em tratamento para síndrome pós-pólio no sul do Brasil. No total, devem ser investidos 34 mil dólares rotários para a execução do projeto. “Quando nos deparamos com os sobreviventes da pólio, vemos como é necessária uma atuação do Rotary além do combate à doença. Essas pessoas, que não foram alcançadas pela vacina, também precisam de apoio e tratamento”, aponta Cláudia Brüning, rotariana, coordenadora e idealizadora do projeto.
O projeto será executado no Centro Hospitalar de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, em Curitiba. O espaço, incorporado ao Complexo do Hospital do Trabalhador, será utilizado para o diagnóstico e tratamento da síndrome pós-pólio. Segundo Cláudia, como não existe uma estatística oficial dos sobreviventes da poliomielite no Brasil, o atendimento de pacientes será feito por encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde. Após avaliação, os pacientes devem começar o tratamento indicado, passando por acompanhamento de diferentes profissionais de saúde. “O diagnóstico é feito pela exclusão de outras causas possíveis. Se o resultado for positivo, o tratamento consiste em evitar a exaustão do neurônio remanescente, o que não foi prejudicado pela poliomielite”, explica Brüning.
Idealização do projeto
O primeiro piloto do projeto foi realizado em 2018, oferecendo sessões de fisioterapia e tratamento psicológico para cinco pacientes com síndrome pós-pólio. Para expandir a iniciativa, Cláudia Brüning e os associados do Rotary Club de Curitiba Champagnat (Distrito 4730*) elaboraram um pedido de subsídio global para a Fundação Rotária**. A proposta teve como parceiros iniciais a Associação e Grupo de Apoio à Síndrome Pós-pólio do Paraná (AGASPP-PR) e o centro de reabilitação Ana Carolina Moura Xavier. O projeto para tratamento dessa doença rara também ganhou o apoio de dez Rotary Clubs em Curitiba, um parceiro de São Paulo e dois parceiros internacionais (Itália e México).
Após aprovação pela Fundação Rotária de Rotary International***, o projeto para síndrome pós-pólio deve começar a ser executado. A iniciativa espera atender 250 pacientes adultos com a síndrome e/ou outras doenças raras nos próximos anos. “Além da síndrome pós-pólio se desenvolver em adultos que sobreviveram à doença, escolhemos essa faixa etária porque em geral os adultos com doenças raras não têm atendimento especializado. Crianças costumam receber [tratamento] até os 18 anos, mas depois ficam sem apoio”, relata Jean Cordeiro, consultor do programa de inclusão da Chevrolet Valesul e um dos diretores da Associação e Grupo de Apoio à Síndrome Pós-pólio do Paraná (AGASPP-PR).
Tratamento para síndrome pós-pólio
Jean também é um dos sobreviventes da poliomielite e contribuiu para a elaboração do projeto de tratamento com base em uma experiência pessoal. Em 2010, Cordeiro participou do primeiro tratamento para síndrome pós-pólio criado no Brasil, por um hospital na capital de São Paulo. “Era algo inédito. Frequentei algumas vezes [o hospital], mas era muito caro e difícil me locomover até São Paulo para o tratamento. Foi quando conheci a AGASPP e descobri a extensão do problema de não existir um tratamento local para os sobreviventes da pólio”, conta.
Quando uma pessoa é infectada pelo vírus da poliomielite, ele ataca e destrói o neurônio motor no cérebro, provocando diversas sequelas — como a paralisia infantil — ou levando o paciente à morte. Os neurônios que sobrevivem a este processo assumem as funções daqueles que foram destruídos. A síndrome pós-pólio consiste na sobrecarga e exaustão dos neurônios restantes, que param de executar suas funções aos poucos.
Nem todos os sobreviventes da poliomielite desenvolvem o quadro, mas aqueles que são diagnosticados precisam de tratamento contínuo. A síndrome pós-pólio é uma doença progressiva, degenerativa e não tem cura. “Hoje, nós temos na associação pessoas que desenvolveram quadro muito agudo, com dores crônicas, necessidade de cirurgias para mexer nos nervos ou que passaram a andar em cadeira de rodas”, explica o diretor da AGASPP.
O projeto paranaense para tratar a síndrome pós-pólio irá oferecer atendimento nas áreas de: terapia ocupacional, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, entre outras. As outras doenças raras atendidas pela iniciativa serão: Distrofia Muscular de Duchenne / Becker, Atrofia Muscular Espinhal (AME), Mucopolissacaridose, Doença de Gauche, Neuropatias hereditárias, Adrenoleucodistrofia, etc. “Também queremos divulgar mais informações sobre a síndrome pós-pólio através desse projeto. Como é uma doença pouco conhecida, reforçamos que profissionais da saúde procurem a AGASPP e entrem em contato conosco para que possamos enviar orientações”, ressalta Jean.
Luta do Rotary contra a poliomielite
O combate à poliomielite é uma das principais causas do Rotary desde 1988, com o lançamento da campanha End Polio Now, e falta pouco para a doença ser eliminada no mundo inteiro. Apenas o Afeganistão e Paquistão ainda apresentam casos da pólio. Apesar disso, os baixos índices de imunização trazem à tona o risco de crianças voltarem a se contaminar pela doença.
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Para Cordeiro, essa é uma situação gravíssima, porque “enquanto não existe nenhum ponto negativo sobre as vacinas, a pólio tem potencial letal e, quando os pacientes sobrevivem, ficam com sequelas para a vida”. O diretor da AGASPP lembra que a luta contra a poliomielite é histórica e existem várias informações disponíveis para consulta sobre os benefícios da vacinação. “Quem ama, vacina. Se você quer provar que ama seu filho, leve ele para ser vacinado”, incentiva Jean.
Campanha Nacional de Multivacinação | Ministério da Saúde
Data: do dia 01 até o dia 29 de outubro de 2020, com mobilização nacional reforçada no sábado (02 de outubro);
Local e horário: varia de acordo com a Unidade de Saúde Básica (UBS) de cada região, para conferir a unidade mais próxima no estado do Paraná basta acessar pac.gov.br/infraestrutura-social-e-urbana/ubs-unidade-basica-de-saude/pr;
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* O Distrito 4730 é composto pela região de Curitiba e Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Estado do Paraná.
** A Fundação Rotária (TRF) é o braço filantrópico do Rotary, criado para fins humanitários e educacionais, que lidera esforços de acabar com a pólio e promover a paz. Rotarianos e amigos do Rotary apoiam o trabalho da Fundação através de contribuições voluntárias. A Fundação trabalha para acabar com a pólio, financia projetos através de subsídios e assume outras iniciativas globais.
*** Um projeto de subsídio global deve passar por várias fases antes da execução final. No caso da iniciativa para tratamento de síndrome pós-pólio, o projeto está em fase de aprovação pela Fundação Rotária. Após esta etapa, acontece a liberação e transferência de recursos para que, a partir disso, o projeto possa ser executado.
Modalidade promove o aprimoramento de conhecimentos culturais e profissionais
O Rotary no Distrito 4730 lançou, no último dia 22, o edital para o programa de intercâmbio Novas Gerações (NGSE). A modalidade é destinada para jovens com idade de 18 à 30 anos, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre relações internacionais e possibilitar troca de experiências profissionais que auxiliem no desenvolvimento do intercambista em sua área de atuação. Para se inscrever, os candidatos precisam procurar um clube certificado e apresentar todos os documentos especificados no edital.
Vale destacar que o edital não tem prazo de encerramento, pois o emparceiramento com os países ocorre conforme a demanda de inscritos.
Confira o edital na íntegra para mais informações: PROCESSO SELETIVO PROGRAMA NOVAS GERAÇÕES 2021-22.pdf
Formulário de aplicação: NGSE - Application form.pdf
Anexo I: Ficha do candidato - Informações pessoais.docx
Anexo II: Termo de compromisso - Clube anfitrião.doc
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